Entrevistas sobre a Alameda das Palmeiras

 Roteiro:

Apresentação: Somos alunos de Arquitetura e Urbanismo da UFMG, estamos realizando um trabalho sobre o Museu. Podemos conversar sobre ele? (Perguntar se pode gravar um áudio da entrevista)

Dados do entrevistado: Nome, idade, profissão e onde mora.

Enunciado:

Gostaria de saber o que pensa sobre museu, quando visita por qual entrada você passa, que caminho faz e quais são os sentimentos e sensações ao andar pelo pelo museu, desde a entrada.

Perguntas:

Como você imagina o museu? (Se nunca tiver visitado)

Ao entrar no museu já passou pela Alameda? (mostrar fotos para facilitar a identificação do local)Conte um pouco o que achou dela.

O que acha da mata mata do museu?


Percepções levantadas:

Entrevista com a coordenadora do educativo, ela trabalha no museu a pouco mais de um ano, não costuma ir todos os dias, vai de carro mas sempre que chega no museu gosta de abrir a janela pra sentir mais a sensação que entrou em um lugar à parte da cidade, porém ela afirmou que não é muito observadora, mas ainda sim citou algumas coisas principalmente referente a natureza.

A primeira entrevistada foi Edna, de 38 anos, funcionária do museu, responsável por serviços gerais, mora em Belo Horizonte. Ela entra pela portaria 2, sempre passa pela Alameda. Edna tem uma percepção do ar diferente, sente uma tranquilidade, o local mais fresco e acha a mata bem bonita, o espaço todo verde a agrada.

O segundo entrevistado é João, o jardineiro, outro funcionário do museu. Vai para o local pela entrada principal, tem uma sensação boa de estar rodeado pela mata, também se sente tranquilo.

A terceira entrevistada é Andrea Pacheco, de 33 anos, trabalha na secretaria do museu. A entrada que ela utiliza também é a portaria 2, próxima ao metrô. A sensação de Andrea é que o lugar transmite paz, a temperatura já começa a diminuir, o pouco barulho da cidade e mais do ambiente da natureza traz uma sensação boa de tranquilidade e de estar rodeada pela mata.

Entrevistamos uma moradora da Vilazinha ao lado do museu, chamada Ronália de 37 anos, ela já frequentou o museu há um tempo, acha um bom espaço para caminhadas, se sente bem em estar rodeada pela mata.

Podemos concluir que todos que frequentam o museu, sendo moradores ou funcionários, acham bom estarem rodeados pela natureza, sentem que o ambiente verde trasmite tranquilidade junto com a pouca incidência de barulhos e a temperatura mais amena. Normalmente, os visitantes gostam de fazerem caminhadas pela natureza no local e se sentem bem.

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