Seminário Design de Interação

 Grupo 5: Eduardo Selga, Elisa Teixeira, Guilherme Sanches, Hugo de Araújo, João Tavares e Pablo Bianchini.

O primeiro design de interação que escolhemos para apresentar foi o "Song Board Installation", que é uma extensa parede com várias esferas de plástico que podem ser giradas para ficarem tanto amarelas quanto pretas, gerando o contraste visto nas imagens, e com cada giro um som é feito. O objeto interativo amplia o conceito de programática por poder assumir diferentes configurações de acordo com a interação de cada usuário. Reforça também o conceito de virtual, pois demanda a interação para a sua construção e se apresenta como um objeto aberto, sem delimitar uma configuração única, porém, pelo fato de as esferas girarem apenas em seu eixo vertical, acabam sendo limitadas em seu uso de certa forma.

  


Já o exemplo tirado das referências passadas pelos professores foi a "Light Blaster: Immaterial Membrane", que é uma instalação interativa de luz e som controlada pelos batimentos cardíacos dos visitantes. O grupo entendeu a instalação como algo virtual, pois sua construção se dá diretamente por meio da interação dos usuários, ao mesmo tempo que reforça o conceito de programática, pois como o seu funcionamento depende dos batimentos cardíacos do usuário, isso não é algo tão facilmente controlável ou pelo menos previsível, em contraste com o maior controle dos usuários sobre os resultados na primeira obra. Entretanto, o fato da membrana de luz se deslocar em uma direção apenas acaba gerando certa restrição de uso á obra.

 



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