Sintegração sobre Abertura

 Na aula do dia 30 de maio, foi proposto uma dinâmica para os alunos, onde teriam que realizar um debate sobre determinados assuntos. Essa dinâmica foi dividida em 4 rodadas, cada rodada havia 4 grupos e cada um deles debatia sobre um assunto. Dentro desses grupos os integrantes eram divididos por funções, sendo 5 para debater sobre o assunto, 3 para fazer uma crítica da discussão nos minutos finais e de 2 a 3 observadores, que não participavam ativamenta da discussão.



1ª Rodada - Grupo 2

Tema: Discutir as possibilidades de interfaces com as quais as próprias pessoas engajem para dar continuidade na produção (como proposto por Haque), tendo em mente a mudança de foco do produto para o processo (como proposto por Jones).

Nessa rodada minha função era ser o observador, a discussão se iniciou apresentando as questões que os autores apresentaram, mas ao decorrer os debatedores começaram a trazer experiências do seu cotidiano, enriquecendo a discussão e mostrando a importância do tema abordado de uma forma mais prática, trazendo exemplos de como funciona a mudança do foco do produto para um foco no processo.


2ª Rodada - Grupo 8

Tema: Discutir a interatividade interativa e a interatividade não-interativa exemplificando com "objetos" (quase-objetos ou não-objetos), espaços e situações do cotidiano.

Nessa rodada minha função era ser um dos debatedores, em conjunto com os outros debatedores apresentamos diversos exemplos do nosso cotidiano, alguns que nunca olhamos do ponto de vista de sua interatividade. Discutimos também sobre os exemplos que já foram citados nas aulas, como parque de diversão, caixa de música e nossos objetos criados nas aulas.


3ª Rodada - Grupo 12

Tema: Discutir as possibilidades do programático, do acaso e a abertura para a interação dialógica.

Nessa rodada também minha função foi ser debatedor, a discussão se iniciou de uma forma um pouco tímida, já que como debatedor e em conjunto com os demais, estávamos bucando entender primeiro os conceitos de programático, do acaso e da interação dialógica, para posterior exemplificação, essa que rodou em torno de outras atividades já realizadas em aula.


4ª Rodada - Grupo 16

Tema: Discutir como passar da experimentação estética com a abstração na tela bidimensional para o não-objeto no espaço tridimensional e, mais além, na direção da interatividade-interativa.

Por fim, nessa rodada eu estava na posição de crítico, na discussão buscaram primeiramente entender cada processo individualmente, para depois entender a transição entre eles. Como crítico, durante a discussão esperei por uma discussão onde seria falado dessa transição que foi realizada na aula com todo o processo para a criação do não-objeto, mas a discussão não tomou esse rumo, mostrando um outro ponto de vista muito interessante.

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